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Tendencias da industria de entretenimento e midia para acompanhar

Dez tendências da indústria de entretenimento e mídia

By REDAÇÃO DOXXA | 3 julho 2019

A pesquisa Global Entertainment & Media Outlook, da PwC mapeia as dinâmicas de mercado de entretenimento e mídia (E&M) e identifica os principais insights para o futuro próximo divulgou os resultados do seu mais recente estudo. A seguir, vamos elencar as dez maiores e mais importantes tendências identificadas durante a pesquisa e seu impacto no mercado global. Confira:

 

1 – Macrotendências de E&M

O segmento de E&M será guiado principalmente pelo consumo digital. Como um todo, o setor terá um aumento nominal de 4,3% entre 2018 e 2023, de US$ 2,1 trilhões para US$ 2,6 trilhões. Até 2023, anunciantes deverão direcionar mais de 50% de seus orçamentos a publicidade digital. A média global de crescimento anual será de 9,5% no período, e o Brasil estará acima disso, com 12,8%. O consumo de E&M em dispositivos móveis será um dos principais motores desse crescimento.

 

2 – Publicidade em TV

A capacidade de levar conteúdo a audiências massivas continuará a fazer da televisão linear um segmento dominante nas estratégias publicitárias. Mas o aumento do consumo de audiovisual pela internet também vai direcionar o crescimento da receita do segmento como um todo, enquanto a TV tradicional tende a diminuir seu share. 

 

3 – Publicidade digital

O smartphone é o principal dispositivo de conexão, mas outros aparelhos, como smart speakers e smart TVs, vêm acelerando essa mudança. As preocupações recentes sobre privacidade dos usuários, as leis internacionais sobre gestão de dados e o alerta sobre brand safety desacelerou o crescimento desses investimentos, principalmente em mercados desenvolvidos. Competidores mais preparados e a consolidação de players em compliance legal abriram oportunidades nesse contexto. 

 

4 – Receita de OTT

O aumento de consumo de audiovisual pela internet vai impulsionar as receitas de vídeos over-the-top (OTT). Em termos gerais, o mercado de vídeo OTT deverá dobrar no período, chegando a US$ 72,8 bilhões até 2023. O principal acelerador desse aumento serão serviços de assinaturas, que vão se aproximar dos US$ 60 bilhões de receita nos próximos quatro anos, enquanto o aluguel online deverá atingir a casa dos US$ 10 bilhões.

 

 5 – Acesso à internet

A conexão à internet via smartphones seguirá em alta. A maior acessibilidade a pacotes de dados já existentes e futuros investimentos em redes 5G vão guiar esse aumento. A conexão por meio de tablets tende a se estabilizar, enquanto smart speakers deverão dobrar de tamanho entre o ano que vem e 2023.

 

 6 – Realidade virtual

Apesar de ser ainda um conceito comercialmente novo, a realidade virtual tende a mostrar força enquanto modalidade de consumo de E&M, especialmente para games. Também nesse segmento, dispositivos móveis conectados a smartphones serão os principais meios de crescimento. 

 

7 – Consumo de dados

A conexão crescente e massiva terá impacto direto no tráfego na rede: em 2023, o consumo anual será de 4,4 quadrilhões de dados. Pacotes mais acessíveis, barateamento das tecnologias de dispositivos móveis e implantação de redes 5G estarão entre os principais catalisadores desse aumento.

 

8 – Publicidade out-of-home

O contexto digital tem direcionado grande parte da mudança nos hábitos de consumo, mas alguns meios tradicionais — conectados à rede ou não — seguem atraindo receita. A mídia exterior é uma delas. Embora ainda não ofereça entregas de publicidade hiper-segmentada como num smartphone, boa parte desse inventário tem se digitalizado e possibilitado novas formas de entrega de comunicação.

 

9 – Mercado de livros

Apesar das crises recentes, o setor editorial de livros tende a se tornar um ecossistema integrado de formatos físicos e digitais. Ainda que o meio impresso permaneça como protagonista por muitos anos, diversos segmentos deverão abocanhar parte dessa participação. Entre eles, livros digitais, audiobooks, vendas de usados (como segunda mão e sebos) e auto-publicações independentes.

 

10 – Impressos caem menos

Embora a receita publicitária de jornais e revistas impressos siga em queda, esse encolhimento diminuirá nos próximos anos. Mesmo assim, a busca por novas formas de receita e modelos de negócios permanece como uma prioridade para a sustentabilidade do setor.

A circulação diária média, em todas as regiões, tende a se estabilizar. Esse fator e a desaceleração na queda de publicidade podem ser compensadas, principalmente, pelo desenvolvimento de novas linhas de receitas, como vídeos, podcasts, eventos e experiências. Embora ainda esteja lento, o crescimento de assinaturas digitais têm trazido novo dinheiro, que poderá ser incrementado com modelos como clubes de fidelidade e doações. 

 

Com Informações: Meio e Mensagem

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